Há quem duvide.

Há quem duvide da noite
E do seu bélico potencial de preencher corações de melancolia.
Há quem duvide da lua e sua luz sensual
Que transforma qualquer doce sentimento em algo potencial
Há quem se esquece que na solidão a gente fica aberto à muitos perigos.
Dentre os mais antigos, nós!
Há quem se esqueça que existe quem se compadessa e quem nunca esqueça de um sorriso
Há os saudosos do passado e os ansiosos pra um futuro qualquer...
Só vive de verdade o presente aquele homem nos braços de uma mulher! Ou nos outros tantos enlaços, como o sorriso, os abraços. O toque leve do perfume que dança pelo ar.
Esse não quer que a hora passe, só deseja que ela abrace...
E a moça também se desliga do tempo.
Presente de verdade é ter esse tempo pra si!
E si doar pra alguém que valha a pena.
Nesse mundo de almas pequenas, eu sigo poeta.
Sem saber até aonde vou ter abrigo entre estrofes.
Serei apóstrofo, ou epílogo?
Talvez não seria adjetivo...
Mas adoraria ser seu objetivo.
Há quem duvide da noite,
E dos poetas que escrevem na madrugada.
Eu, já não duvido de mais nada...
Estou há noites sem dormir.

-

Luiz Carlos, frog.
Texto registrado

0 comentários:

Postar um comentário

Seguidores