O fantasma que amei.

Era um fantasma, um problema.
Um eco da minha vontade.
Sentimento que não cabia no peito, ousou projetar-se em outro ser.
Trouxe contigo sorrisos, abraços, memórias.
Trouxe um pouco da felicidade...
Mas como eu iria saber, que ele sumiria ao fim de tarde?
Um fantasma do meu ser.
Seria fantasia?
Uma miragem montada pela minha mente confusa.
O que fazer? Esperar amanhecer?
Rezar pra que o fantasma volte ou quem sabe a sorte o faça renascer?
E sempre que o céu ficar laranja e a lua nascer pra servir de espelho.
Procuro pelo espectro em algum lugar...
Pela doce figura, a vil criatura que ensinou nos amar.
Não há mais fantasmas.
Chegou a hora de buscar o concreto...
O que me parecer certo.
Mas a porta eu deixei aberta.
Esperando, quem sabe, um fantasma, de mim, chegar.

-Frog.

0 comentários:

Postar um comentário

Seguidores