Fastasmas da estação...

Quisera eu não acreditar nos fantasmas...
Ver aquela beleza especial da natureza e ignorar...
Sentir seu cheiro no ar, sem notar.
Quisera eu, não ter lembranças não estar em pedaços.
Os fantasmas sempre me deixam assim...
Aos pedaços, tentam refazer a mim.
Me sento na janela venho lembrando dela, perguntando a mim. Por que ainda me perco?
Me deixo levar, se no fim é ruim?
O que me move é a beleza dos dias incomuns, dos amores... Das paixões.
Sou eu apaixonado pela vida, por todos aqueles que a fazem mudar de cor.
A chuva na janela, reflete os olhos dela...
Me levando, e caminho até a janela, ela desliza no vento e some!
Por entre as pessoas e os degraus da escada...
Eu já não sei mas de nada...
Mas sei que ela levou...
E vou eu novamente atrás de um fantasma mostrar que a loucura, nunca me assustou.
Entre a dor e o sorriso... O que eu mais preciso?!
Esperança eu me dou.

~
E numa nova plataforma o trem da vida pede passagem, quem quiser seguir viagem vem comigo, que eu não sei pra'onde vou!

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