Carta à loucura

postado... com atrasado. desculpe senhores. =S
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Malditas horas!
Hora passam...

Ora demora.
Oras, quem te controlas?
As horas do dia, ou os oras dos outros?
Quem souber dos teus desejos que lhe percam em desejos.
Quem sabe as horas que se passam em teus beijos!
Em certas horas é bom ORAR.
Mas que eu não me pegue em uma oração
Fazendo algo que não tem perdão!




Sejamos então sujeitos simples!
Sem complexos nem advérbios.
Sem verbalizar fica difícil socializar!
Mas nas atitudes a gente se prende e fica como...
Agente! Da passiva agressão cometida aos nossos erros.
Gramática da grama que parece tão plástica.
Plasticidade da finalidade.
Sem discursos diretos ou indiretos sem verdades discretas.
Sentido nem direção!
To sendo um sujeito sem oração.
Vocativo sem vocação.
To aqui parado sem ter função... Sintática!
Eu sou sintético! Não sou poeta!
Pois não é verso que me tire o gosto de uma boa prosa.
Ou quem sabe adjetivo que te compare à rosa.
Sem crases, nem frases. Sou livre para pontuar!
Tenho o direito de ignorar! Perder as regras esquecer-se das rezas e criar.
Sou meu próprio predicado. Não muito dedicado!
Não vou por assinatura... Nessa Carta dedicada à loucura!
Mas vou por fim idealizar. Grafar nas páginas secas que não há motivos pra se apagar!
A luz da vontade, a vontade de viver... De ser feliz.
E sonhar!

~

"Mas quando alguém te disser ta errado ou errada
Que não vai S na cebola e não vai S em feliz
Que o X pode ter som de Z e o CH pode ter som de X
Acredito que errado é aquele que fala correto e não vive o que diz!"
[Zaluzejo - O teatro mágico]




Texto de Luiz carlos, Frog!
devidamente registrado.

  6 comentários:

  1. Por essas e outras é que eu o chamo de Master frog, rapaz!
    Bom trabalho, irmão.

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  2. Muitos erros gramaticais. rsrs Tem que melhorar essa escrita. rsrsrsrsrs

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  3. Gostei muito, Luiz! E os erros propositais foram bem pontuados. Parabéns.

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