Um novo verbo: amar.

O respirar acelera os olhos se encontram e as mentes se desprendem.

Rompem o firmamento e por um momento tornam-se uma só.
A voz dos corações suspira ao pé do ouvido as palavras que nenhum dos dois tem coragem de dizer.
Eu sou você por um momento, e você meu o alimento que me faz sobreviver.
Silêncio inesperado, eu aqui embriagado com o perfume que exala do teu ser.
Os lábios se tocam e a gente se perde, as mãos se entrelaçam e a gente então se lança de um abismo esperando que no caminho aprendamos a voar!


O verbo, vez por outra é diferente.

E tanta gente faz questão de usar.
Eu por ser poeta sei que essa não é a hora certa.
Mas pra que mais esperar?
Meu coração pula no peito e eu aceito ser aquele que dirá.
Aos sete ventos nos momentos mais importunos que em teus lábios eu aprendo cada vez mais a conjugar.
Esse novo verbo doce, um sabor que sempre trouxe a sensação de bem estar.
Um poeta embriagado por teus beijos e já calado ainda insiste em comentar, com os olhos apaixonados recentemente regados pelo desejo de ficar.
Um minuto a mais ao lado desta que agora me ensina a AMAR.

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Por Luiz Carlos, Frog
alguém que ta aprendendo um verbo novo e ensinando à um certo povo o que significa...

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