Julgamentos


fala galera, peço desculpas pelo MEGA atraso na postagem mas é que essa semana ta meio corrida e dificil pra mim...
Leiam o texto e reflitam sobre a idéia dele.

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Entre as absolvições de uma mente que empunha o severo martelo dos julgamentos morais,
A que nunca acontece é a que mais precisamos.
Julgamos por diversão.
E vez por outra nos esquecemos de nos pôr na condição de réu.
No entanto quando o fazemos damo-nos penas mais severas.
Julgamos a nossa própria mente como alguém que omite de si mesmo as qualidades.
E realças os defeitos com o orgulho de um nobre.



Pobre alma, aquela que não tem conflitos.


E nos distritos desse mundo que se forma em nossas mentes, Ruas e becos iluminados passam despercebidos em meio às curvas tênues onde a razão e a emoção se embolam com a tristeza da depressão.
Os carrosséis das vidas mortais. Nesse eterno sobe e desce! Ratos na roda.
E quando enfim a gente acorda. Não estava na hora de acordar.
Precisamos então encontrar dentro de nós um motivo pra recomeçar!


Motivar-nos...
Esqueçamos então de pesar mais a mão quando se trata de um auto-julgamento.
Se não transformaremos tudo isso num incrível tormento.
Onde de fato não há o que ser julgado... Mas nós julgamo-nos para nos acordar.
De um sono do qual não deveríamos nunca ter sonhado.
E num julgamento do qual nunca deve PARAR.
Use your mind! E tente uma vez mais.
Apenas, recomeçar... Repensar.



Por : Luiz carlos, Frog.
Texto registrado.

Alguém que se julga insuficiente.

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