mil sorrisos

Mil poesias sobre seu sorriso e de fato nenhuma delas foi capaz de chegar se quer perto da real beleza que este de fato tem!
E foi numa noite de inverno tropical, quando o vento frio cobre os campos iluminados por uma bela lua minguante. Que pude notar as similaridades do teu sorriso cor de prata.
Que ilumina minhas noites mais nebulosas e dá a direção por entre os caminhos tortuosos. Com a lua que brilhava no seu.
Notei uma estrela solitária, ao lado da lua, como este que lhe escreve um texto sobre seu sorriso.
Ah! eu preciso bem mais do que uma noite.
Bem mais do que o infinito. Pra poder descrever o quão bonito me soa ver-te sorrir.
Eu levaria a chuva fina pra servir-te como véu.
E as dunas do deserto as quais percorro com as mãos como se desenhasse aos poucos as curvas da tua cintura...
Dançamos ao som do destino. No silêncio do infinito! Se me pedisses uma fração da eternidade, o tempo seria teu!

Recomponho-me aos poucos. E teus lábios mechem com a maré desse meu coração.
Seus olhos de ressaca! Como os de Capitu.
Os cabelos que se desenham e repousam com cuidado no teu colo.
A face parcialmente rubra. Os desejos depositados nos cílios longos e negros que emolduram este olhar encantador e inebriante.
Eu me perdi por um instante.
E quando fui notar... Eu estava era olhando o luar.
Imaginando-te ao meu lado.
Mas sem poder ter-te aqui pra enfim... Reaprender a amar.


~
Por...

Um velho admirador de sorriso encantadores. a estrela solitária que brilha ao lado da lua, sem nunca podê-la tocar.

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