Quem sabe.

E se eu não escrevesse por amor?
Se tudo isso fosse uma forma sutil de enganar a todos que lêem?
Fazê-los acreditar que trago um belo sorriso no rosto
Não por me livrar do desgosto, mas sim por amar!
Não faz sentido!
Não há razão...
Há apenas um bando de letras em garranchos escritos numa parede vazia que nos leva à um infinito escuro.
Ah não faz sentido.
Ter me perdido em meio a tanta coisa sem graça e me apegado a tanta gente que só passa.
E não deixa nenhuma lembrança... E nem faz falta.
A mas ainda falta alguma coisa!
Um ultimo show, uma grande apresentação!
Pra me mostrar que o começo de tudo é isso que julgo ser um final sem razão.
Ou quem sabe eu encontre uma nova razão? E me perder entre as estrelas se torne divertido então!
Quem sabe no final Se Tornem palavras de amor.
E a poesia não seria uma fantasia pela qual este tolo aqui lutou.
Amar incondicionalmente.
Se tornar parcialmente ineficiente em ser, eu mesmo e me perder.
Eu queria saber onde começar a procurar respostas.
Parar de fazer apostas...
E uma vez quem sabe, te ganhar.


Por Luiz carlos, Frog.
Texto registrado.

0 comentários:

Postar um comentário

Seguidores