... rascunhos

Quando é que você vai começar a me enxergar?”
[catedral]

A pergunta talvez não seja essa... mas talvez ela sirva.
Quando você realmente vai perceber o real significado das coisas?
Quando perceberá que isso tudo é só pra chamar sua atenção?
Ok, peço perdão por não ser cara de pau! E por também não ser escroto como a grande maioria.
Peço perdão por não fazer mais do que deveria. E por as vezes isso não ser o suficiente!
Perdão por pensar de mais e fazer planos dos quais quase sempre não consigo por em pratica!
Peço perdão por ser sincero quando deveria mentir.
E por preferir a omissão à farsa.
Não sou bom nisso! Não sou poeta nem pensador.
Sou um carinha qualquer que de vez em quando gostaria de entender o amor.
Ou pelo menos entender o que é o amor.
Tímido demais pra ser direto.
E indiscreto demais pra ser indireto.
Não sei exatamente como fazer... Onde fazer.
O que dizer!
As vezes peço ao tempo uma chance! Um minuto sem todas essas travas.
Sem minha ética e meu caráter pra me servir de censura!
Eu preciso de alguma cura...
Pra uma rara maldição que as vezes eu falo entre alguns versos de canção.
Eu quero ajuda pra amar.
Ou quem sabe simplesmente não pensar!
Porque pensar demais pra mim é um grande problema.
Na verdade talvez seja minha perdição!

Mas do que reparar nos teus cabelos ou no fato de você quase sempre não prestar atenção.
Queria ser capaz de encarar um pouco mais quando nossos olhos se esbarram, ao invés de desviar o olhar como um completo idiota que não tem idéia do que fazer.
Mas fazer o que! Se com você eu fico assim.
Meio perdido, sem idéias sem raciocínio.
Sem começo... Meio e nem fim.
Esperando uma chance pra fazer disso tudo. Uma real história fantástica onde um sapo ache uma princesa enfim.


“Você é a minha ausência a razão do meu querer você é tudo que sinto... E não sei explicar!”
[Do meu querer-catedral]



-L. C. Frog


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