Às estrelas que iluminam meu céu

Uma postagem extra do Baú do Nilson. Não sei se isso fará sentido para quem a ler, mas... esse longo poema, feito ontem, representa para mim a maior das dádivas que o ser humano pode desfrutar: o amor, neste caso retratado de modo geral.

Observador

Olhando a manta negra da noite;
Vagando pelo escuro azul noturno que se pontilha de brilhantes luzes.
Luzes que fulguram e se consomem.
Luzes que iluminam e depois somem.

Como um astrônomo a varrer os céus, mirando estrelas únicas,
Umas diferentes das outras; ímpares e insubstituíveis
Cada uma com seu valor,
Mas sem preço algum que lhes recompense o brilho.

Quando abrimos os olhos pela primeira vez,
Somos como o astrônomo que olha o escuro céu noturno sem estrelas.

Mas, à medida que a vida segue,
À medida que as lentes do telescópio esquadrinham o céu,
Achamos nossas primeiras estrelas:
As estrelas que dão luz ao viver;
Que tornam prazeroso e válido
O ato simples do acordar.

Assim como para o astrônomo,
Cada minuto que se passa acordado,
É como um tesouro recém encontrado.
Estrelas ou pessoas,
Isso pouco importa.
Mas afinal, o que é importante?
O que importa é a diferença que cada uma delas faz no céu chamado vida.

Uma a uma, única e insubstituível
Pois uma nova estrela
Jamais apaga o brilho das antes encontradas.

Por : Nilson Souto Jr.
(Texto registrado)
08/02/2011

  2 comentários:

  1. Lindo, de verdade; Nilson-san me surpreencendo a cada dia mais ♥

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  2. Meu velho amigo. é engraçado pq só li seu texto hoje. sei que el foi criado apartir da nossa ocnversa anquele outro dia e no entanto achei que completou por completo meu raciocínio de hoje. precisamos conversar mais!

    De "master frog" eu não tenho nada... a não ser os bons, e velhos amigos. otimo texto, otima parceria.

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