Olhos brilhantes fixos em nada.
Promessas brilhantes recém desprezadas
Ela é apenas uma concha vazia.
Seu conteúdo talvez agora esteja bem longe.
Ela é fruto do meio.
Meio desprezo
Meio arrogante.
Meia hora.
A hora é agora.
Ela por um instante.
Mas que instante seria agora.
Se ela já não é mais nada?

Complexo.
Eu me vejo no reflexo brilhante de seus olhos vazios vidrados.
Como janelas de uma grande casa.
Onde a imagem é simplesmente ignorada.
Ela resvala.
Ela olha o alvo sem realmente compreender o que se encontra a sua frente.
Uma observadora que não consegue ver.
E eu, por outro lado. Não a vejo mais, por que é assim que ela deseja.
Então,
Que assim seja.

-
dedicado à "seus olhos"... que já não são como antes.


(todos os textos são registrados)
Texto Por: Luiz Carlos Dos S gonçalves.

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