Quando as palavras saltavam da caneta em direção ao papel... eu achava que não seria tão fácil escolher as palavras certas. AS palavras certas pra descrever meus sentimentos. Justamente eu... Um cara um pouco frio. Que usava seus textos como válvula de escape...
Eu?! Escrevendo e mostrando meus textos pras outras pessoas? É... Há um ano me convenceram de fazer essa loucura. Como, digamos um teste. O mais estranho é que deu certo!
Algumas pessoas começaram a entender como minha mente insana funcionava!
O homem que criticava também falava sobre sentimentos... e tentava sempre que possível fazer os outros pensarem um pouco.
Eu busquei muitas coisas da maneira errada.
E contei um pouco do que aconteceu quando eu procedi desta maneira.
Falei sobre mulheres que amei... E que muitas vezes fingiram não ver o sentimento que havia entre o título e o ponto final.
Perdi parte do meu tempo escrevendo sobre uma mulher que eu ainda não conheço.
Da qual eu ainda não vi o rosto. Mas conheço bem o perfume e o gosto.
Ah... fiz tantas criticas...
Tantos poemas...
Tantas frases inúteis e textos gays u.u
Tantas vezes eu escrevi pra “ela” e ela ignorou.
Outras tantas ela leu, mas fingiu que não se tocou.
-
No fim das contas o tempo passou. A caneta AINDA não parou... Não enquanto ainda houver sobre o que questionar...
Não enquanto houver algo que precise mudar.
Não enquanto houver amor...
Pois enquanto aqui eu escrevo. Lá fora a vida acontece.
E o que vive lá fora trás aqui pra dentro do meu peito algo a mais pra se escrever...
Enquanto o futuro não virar passado.
E o presente não honrar o nome que possui
Eu estarei aqui!
Pois enquanto houver palavras... Eu as falarei.
Enquanto houver atos, eu os farei!
E enquanto houver vida...
VIVEREI.



Luiz Carlos, Frog.
"e aqui estou eu sozinho, com o tempo."
Ira!-

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