Enquanto imaginar...
A verdade não será ao certo o que devia.
A gente não queria ver as horas voar.
Pela janela ao passo que não me faz olhar.
Sorriso Cego! Lamento com um sorriso as suas escolhas.
Sem saber onde ir...
E então.
Vou me perdendo aos poucos no silêncio!
Nada foi em vão.
Ao passo que o coração se refaz concreto em cada veto.
Vai se perdendo o sentido das palavras... e vai encontrando-se o que sobra de pensamento.
Eu...

Já não estou onde queria estar.
Já não escrevo o que queria escrever.
Só respiro, por respirar.
Meu suspiro nada quer falar.
Mas eu continuo.
Quem sabe eu me compreenda, ou alguém me prenda.
Nas palavras que eu decidi não usar.

(todos os textos são registrados)
Texto Por: Luiz Carlos Dos S gonçalves.

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