Sonhei em me buscar...
Pelo direito do silencio...
E o silêncio de amar.
Sonhei com planos que não eram meus.
Com lembranças que não são minhas...
Esperanças.
Sonhei com crianças...
Felizes, que sorriam em meio ao caos.
Imaginei que era verdade.
Mas eu sabia que já era tarde.
Não quero voltar.
Dispenso alarde.
Sinto-me um pouco covarde.
Mas ainda sinto a mim mesmo.
Eu ainda sei o que eu desejo.
Eu ainda penso em histórias...
E ainda perco algumas “vitórias”.
Eis aqui a dádiva divina, seria altruísmo?
Ou dom de dividir?
Dividir-se do mundo... Permitir-se partir.
Como quem faz escolhas...
Eu ainda escolho partir.
Mas prefiro ficar...
Aqui.
Longe de tudo mais perto de ti.
Perto do mudo do qual tento fugir.
Fugir do mundo ou daqueles que nele vivem?
Fugir dos que fazem do mundo um lugar inabitável.
Sorria, a humanidade está em um estado deplorável.
Mas ainda esta aqui.

E eu...
Já não lembro por que escrevi.
Mas não esqueço... Que ti quero aqui.
 
Por: Luiz Carlos Dos S gonçalves.

(todos os textos são registrados)

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