Brindemos à solidão!
Daqueles que se encontram esquecidos nos dias frios
E dos que não se encontram quando procuram a si mesmos.
Brindemos à dor!
Dos que sofrem por amores incompreendidos
E dos que já foram esquecidos!
Brindemos à falsidade
Ao alarde da intolerância
A covardia dos sonhos roubados.
Dos ingratos
Vamos esquecer então dos que fazem por amor e não por glória!
Do que faz por amor e não por desejo de vitória...
Derramaremos então o sangue dos que acreditam no amor.
Naqueles que crêem nos homens!
Faça com que eu derrame mais lagrimas!
Que secam antes de chegar ao chão.
que deslizam pelos meus olhos que queimam de ódio.
Ódio, amor.
Estranha perversão dos sentimentos.
E eu...
Já não lembro de mais nada.
Nenhuma história empolgante sobre algum herói...
Nenhum rosto de menina que deva ser lembrado.
O que sobrou do meu corpo...
Pelo fogo deverá ser tomado.
Mas não antes da luta terminar..
Não antes que eu possa provar que todos estavam errados.
E que ainda existe alguma salvação!
Antes que os corruptos sejam corrompidos...
E destruídos em prol do bem da nação.
Não antes de ver brotar a Lótus.
Em meio a esse estranho lamaçal.
O mesmo fogo que toma... Agora me devolveu.
E a tal lótus...
Agora sou eu.



Por: Luiz Carlos Dos S gonçalves.
(todos os textos são registrados)

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