Eu fui um único fio do enorme trançado da vida
Fui meu carrasco, meu carcereiro
Eu fui um labirinto sem nenhuma saída
Sem nenhum refúgio
E a cada partida, perdia a maravilha dos encontros
E a cada encontro ansiava por não Haver despedida
Eu fui ao deserto, para aprender sobre a vida
E no deserto estive tão perto daquilo que eu acreditava ser
E puder ver então que meus olhos eram como espelhos
E tudo que eu era, era o que você Temia ser
Eis então que aprendi a não ser um espelho
Mas um imenso escudo, que deixa passar o que interessa...
E Reflete os golpes que leva.
E então agora sei, não fui nada do que disse a cima
Mas sei que é minha sina ser o silêncio
Ser a alegria, o sarcasmo que quebra a nostalgia
A loucura dos sábios que atravessaram milênios.
A magia de um sorriso no rosto
E a inteligência dos grandes gênios.

Por: Luiz Carlos Dos Santos gonçalves.
(todos os textos são registrados)

0 comentários:

Postar um comentário

Seguidores