Aquela Festa.

Não falarei de tristeza, nem da saudade
Mas à beleza da lembrança
Farei alarde
A poética melancolia da sua ausência
O reflexo do desespero
Formado em sua essência
Dos sorrisos nada forçados
Do beijo quase asfixiante
E dos braços entrelaçados
Os suspiros que escapavam com discrição
As bobeiras ditas ao vento
E os olhares que dispensavam tradução
O que era aqui secreto espalha-se pelo ar
Repleto de emoções, suspiros e respirações
E por uma vez mais, digo em silêncio tudo aquilo que você gostaria de ouvir
E o que outrora já havia acontecido
torna a se repetir
Eu estou aqui, falando
Mas você jamais irá me ouvir...
Resta-me apenas a saudade...
lembrança em forma de alarde.

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Por: Luiz Carlos Dos S gonçalves.


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